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terça-feira, 26 de dezembro de 2017
quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
Relato de uma experiência pedagógica numa escola do campo do município de Valença BA
Relato de uma experiência pedagógica numa
escola do campo do município de Valença BA
Jonas da Silva Santos¹ ;
Juvenicio Jesus dos
Santos²;
Rosemary Rufina S. Perin³
Introdução
O presente trabalho é fruto de um projeto
desenvolvido na disciplina Pesquisa e práticas pedagógicas III do curso de
graduação em Pedagogia Licenciatura e Docência em Processos Educativos da
Universidade do Estado da Bahia (UNEB) Campus XV, em parceria com a escola do
campo Escola Municipal João Rocha da
Silva.
A elaboração deste projeto de
pesquisa surge a partir da disciplina pesquisas e praticas pedagógicas III e
pesquisar sobre essa temática se justifica pelo fato de nos identificarmos
muito com a temática.
Nessa pesquisa tivemos como
objetivo compreender se a educação ambiental está inclusa no currículo dessa
escola e especificamente verificamos se há um processo de formação inicial e
continuada do professor para trabalhar a educação ambiental e por fim,
analisamos se há um processo interdisciplinar ligado à educação ambiental.
MATERIAIS E MÉTODOS
O componente curricular
pesquisas e práticas pedagógicas III possui carga horária de 60 h, sendo que a
carga horária integral da disciplina foi destinada a elaboração e realização da
pesquisa. No decorrer da disciplina fizemos discursões, levantamento de
hipóteses para então definir o que pesquisar. Nessa dinâmica escolhemos
pesquisar sobre reflexões sobre a educação ambiental no município de
Valença: formação de professores da Escola Municipal João Rocha da Silva
Essa unidade escolar está
localizada no tabuleiro do Orobó, zona rural do município de Valença Bahia,
atende um público de crianças e adolescentes do 1º ao 5º ano, com classe
multisseriada com faixa etária de 06 a 15 anos.
A nossa metodologia está
pautada na pesquisa-ação, que se caracteriza através interação pesquisador e
pesquisado.
RESULTADOS E DISCUSSÕES
Inicialmente fizemos o levantamento
de algumas hipóteses, o professor que atuam nessa escola possui formação
inicial e continuada para trabalhar a educação ambiental? O currículo escolar
desta instituição comtempla a educação ambiental.
Como está assegurado na lei nº
9.795 que discorre sobre a educação ambiental, bem como a inserção desta como
disciplina?
Questionamos a alguns
professores e constatamos que os docentes trabalhavam a educação ambiental não
no seu sentido amplo, e sim noções básicas.
Com relação à segunda pergunta
alguns professores nos relatou que o currículo propõe uma educação ambiental
como está proposto no Art. 2o “A educação ambiental é um
componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente,
de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo,
mas há certo distanciamento entre teoria e prática, pois, os professores não se
sentem aptos para tratar especificamente sobre o assunto.
CONCLUSÃO
É importante ressaltar que o
componente curricular: pesquisas e práticas pedagógicas é um momento ímpar no
processo de formação do Pedagogo, pois o mesmo possibilita que o estudante
realize atividades que envolva os elementos como a própria disciplina reza a
pesquisa. Realizar essa pesquisa foi de suma importância para a nossa formação,
pois tivemos a oportunidade de conferir de perto a realidade da escola do nosso
município, bem como verificar se os profissionais possuem capacitação para
trabalhar com a educação ambiental.
REFERÊNCIAS
[1] BERNA, Vilmar Sidnei
Demamam. Como fazer educação ambiental.
São Paulo: Paulus, 2001. 142 p.
[2] JACOBI, Pedro Roberto. Educação Ambiental,
cidadania e sustentabilidade. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/cp/n118/16834.pdf>.
Acesso em: 25 Nov. 2011.
[3] MINAYO, Maria C.S. (org.). Ciência, Técnica
e a Arte: O Desafio da Pesquisa Social. In: ___. PESQUISA SOCIAL,
Teoria, Método e Criatividade. Petrópolis, Vozes. 14 Ed. 1996. Cap 1.
[4] LEI
No
9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9795.htm>. Acesso em: 13 Dez. 2011.
1 Estudante
do curso de Pedagogia da Universidade do Estado da Bahia, campus Valença.
E-mail: jnhsilva@hotmail.com
2 Estudante
do curso de Pedagogia da Universidade do Estado da Bahia, campus Valença.
E-mail: juveniciosantos@gmail.com
3 Professora/Orientadora
Universidade do Estado da Bahia, campus
Valença. Mestrado em Educação e Contemporaneidade pela Universidade do Estado
da Bahia (2007). Atua como professora auxiliar no Departamento de educação
Campus XV - Valença. E-mail:
rorufperin@hotmail.com3
A EDUCAÇÃO DO CAMPO NA CONTEMPORANEIDADE: ALGUMAS REFLEXÕES
A
EDUCAÇÃO DO CAMPO NA CONTEMPORANEIDADE: ALGUMAS REFLEXÕES
JUVENICIO JESUS DOS SANTOS
“Por uma educação que nos ensine a pensar e
não a obedecer”
Paulo Freire
Iniciar esse exercício de reflexão sobre essa afirmação do grande patrono da educação brasileira e nos propor à discussão
a respeito da promoção de uma educação emancipatória, que possibilite
contribuir para a elevação do senso crítico reflexivo do jovem fruto dessa
educação.
Tratar de educação
do campo na contemporaneidade é nos remeter primordialmente aos grandes
teóricos (as) Miguel Arroyo (1999), Kaldart (2002), Molina (2002), ambos autores
que teorizaram crítica e politicamente a respeito da proposta de por uma
educação do campo. Nessa perspectiva, Arroyo (1999) nos ensina que:
“existe um movimento social do campo. Me parece que hoje a imprensa, as elites,
a sociedade, todos reconhecem que o campo não está parado, o campo está vivo,
há mais vida na terra do que no asfalto da cidade e este me parece um ponto
fundamental: termos consciência de que hoje onde há mais vida no sentido de
movimento social, onde há mais inquietação é no campo”.
Isto nos remete a problematizar
uma proposta de educação inovadora e desafiadora para o campo, espaço este onde
o debate está ativo, dessa forma, do ponto de vista pedagógico, nos instiga a discutir
a formação específica de professores para lhes possibilitar desenvolver
práticas pedagógicas condizentes com a realidade do sujeito do campo. Isso
Molina (2002, p. 26), chama de “a primeira tarefa que temos”, a de “cumprir com
excelência” e isso “se refere à necessidade permanente de nos capacitar, de
estudar sempre e muito”.
A educação do campo
historicamente não teve sua devida valorização. Pelo contrário, os sujeitos do
campo várias vezes tiveram que parar de estudar, pois na sua localidade não
havia escola para atendê-los. O próprio sujeito cognoscente desta reflexão teve
a experiência de constatar um fato dessa natureza. Uma estudante da sua
localidade repetiu por várias vezes 4° série, atualmente 5° ano, por não possui
condições de se deslocar para o meio urbano para estudar.
Além disso, compartilha-se aqui
da ideia do artista Gilvan Santos, que de forma poética e artística compôs uma
música em que traz uma reflexão singular sobre esse assunto, “Não vou sair do
campo pra poder ir para escola, Educação do
campo é direito e não esmola” – essa música é trilha sonora da Oficina de
audiovisual do Biizu Assentamento Palmares II, disponível no
youtube (https://www.youtube.com/watch?v=Y7-ksByde5w).
Propõe se discutir a educação
do campo na perspectiva de Miguel Arroyo, que é colocá-la no campo das políticas,
ao fazer isso, surge duas vertentes essenciais, a educação como um direito e
como um dever. Um direito de todos que depende dela e um dever constitucional
do estado de ofertá-la de forma pública, gratuita e de qualidade.
Dessa forma, reflete-se a respeito da
oferta de uma educação que mude a perspectiva do aluno do campo, que promova a consciência de que é possível viver dignamente, ter acesso ao conhecimento e a educação sem
precisar sair do campo. Faz-se necessário pensar uma proposta que garanta a permanência
do jovem do campo no campo.
Referências
ARROYO, Miguel Gonzalez. A educação básica e o movimento social
do campo. In: ____: FERNANDES, Bernardo M. A educação básica e o movimento
social do campo. Brasília,
DF: Articulação
Nacional por uma Educação Básica do Campo, 1999 a. (Coleção Por Uma Educação do
Campo, v. 2). P. 13-52.
FREIRE, P. Educação como prática da liberdade. 25. Ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2001.
domingo, 9 de outubro de 2016
Respostas/exercícios | LEI 11.091/2005| Juvenicio Santos
Questão 01
Resposta correta E) III e V.
I – O desenvolvimento do servidor na carreira dar-se-á, exclusivamente, pela
mudança de nível de capacitação, chamada Progressão por Mérito Profissional. ERRADO
Art. 10. O desenvolvimento do servidor na carreira dar-se-á, exclusivamente, pela mudança de nível de capacitação e de padrão de vencimento mediante, respectivamente, Progressão por Capacitação Profissional ou Progressão por Mérito Profissional.
Art. 10. O desenvolvimento do servidor na carreira dar-se-á, exclusivamente, pela mudança de nível de capacitação e de padrão de vencimento mediante, respectivamente, Progressão por Capacitação Profissional ou Progressão por Mérito Profissional.
II - Planejar e avaliar as atividades são
atribuições exclusivas para os cargos de nível de classificação “D” e “E” que
integram o plano de carreira, enquanto organizar e executar as atividades são
atribuições dos cargos de nível “A”, “B” e “C”.ERRADO
Art. 7o Os cargos do Plano de Carreira são organizados em 5 (cinco) níveis de classificação, A, B, C, D e E, de acordo com o disposto no inciso II do art. 5o e no Anexo II desta Lei.
Art. 8o São atribuições gerais dos cargos que integram o Plano de Carreira, sem prejuízo das atribuições específicas e observados os requisitos de qualificação e competências definidos nas respectivas especificações:
I - planejar, organizar, executar ou avaliar as atividades inerentes ao apoio técnico-administrativo ao ensino;
II - planejar, organizar, executar ou avaliar as atividades técnico-administrativas inerentes à pesquisa e à extensão nas Instituições Federais de Ensino;
III - executar tarefas específicas, utilizando-se de recursos materiais, financeiros e outros de que a Instituição Federal de Ensino disponha, a fim de assegurar a eficiência, a eficácia e a efetividade das atividades de ensino, pesquisa e extensão das Instituições Federais de Ensino.
Art. 7o Os cargos do Plano de Carreira são organizados em 5 (cinco) níveis de classificação, A, B, C, D e E, de acordo com o disposto no inciso II do art. 5o e no Anexo II desta Lei.
Art. 8o São atribuições gerais dos cargos que integram o Plano de Carreira, sem prejuízo das atribuições específicas e observados os requisitos de qualificação e competências definidos nas respectivas especificações:
I - planejar, organizar, executar ou avaliar as atividades inerentes ao apoio técnico-administrativo ao ensino;
II - planejar, organizar, executar ou avaliar as atividades técnico-administrativas inerentes à pesquisa e à extensão nas Instituições Federais de Ensino;
III - executar tarefas específicas, utilizando-se de recursos materiais, financeiros e outros de que a Instituição Federal de Ensino disponha, a fim de assegurar a eficiência, a eficácia e a efetividade das atividades de ensino, pesquisa e extensão das Instituições Federais de Ensino.
III - O ingresso nos cargos do Plano de Carreira
far-se-á no padrão inicial do 1o (primeiro) nível de capacitação do respectivo
nível de classificação, mediante concurso público de provas ou de provas e
títulos, observadas a escolaridade e experiência estabelecidas em Lei. CERTO
Art. 9o O ingresso nos cargos do Plano de Carreira far-se-á no padrão inicial do 1o (primeiro) nível de capacitação do respectivo nível de classificação, mediante concurso público de provas ou de provas e títulos, observadas a escolaridade e experiência estabelecidas no Anexo II desta Lei.
Art. 9o O ingresso nos cargos do Plano de Carreira far-se-á no padrão inicial do 1o (primeiro) nível de capacitação do respectivo nível de classificação, mediante concurso público de provas ou de provas e títulos, observadas a escolaridade e experiência estabelecidas no Anexo II desta Lei.
IV - Os servidores lotados nas Instituições Federais de Ensino
integrantes do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação
farão jus à Vantagem Pecuniária Individual VPI. ERRADO
O perigo está aqui!!!!
Art. 13-A. Os servidores lotados nas Instituições Federais de Ensino integrantes do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação não farão jus à Vantagem Pecuniária Individual - VPI
O perigo está aqui!!!!
Art. 13-A. Os servidores lotados nas Instituições Federais de Ensino integrantes do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação não farão jus à Vantagem Pecuniária Individual - VPI
V- O Incentivo à Qualificação terá por base percentual calculado sobre o
padrão de vencimento percebido pelo servidor. CERTO
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Questão 02
c Somente a assertiva III está correta
Quanto à estruturação do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, no âmbito das Instituições Federais de Ensino vinculadas ao Ministério da Educação, conforme previsto na Lei n.º 11.091/2005, seguem as seguintes assertivas:
I. Plano de carreira é considerado como o conjunto de cargos de mesma hierarquia, classificados a partir do requisito de escolaridade, nível de responsabilidade, conhecimentos, habilidades específicas, formação especializada, experiência, risco e esforço físico para o desempenho de suas atribuições.
II. Nível de classificação é considerado como o conjunto de princípios, diretrizes e normas que regulam o desenvolvimento profissional dos servidores titulares de cargos que integram determinada carreira, constituindo-se em instrumento de gestão do órgão ou entidade.
III. Cargo é considerado como o conjunto de atribuições e responsabilidades previstas na estrutura organizacional que são cometidas a um servidor.
Assinale a alternativa correta:
a Somente a assertiva I está correta
b Somente a assertiva II está correta
c Somente a assertiva III está correta
d Todas as assertivas estão corretas
e Todas as assertivas estão incorretas
Questão 03
e) Todas as afirmativas estão
corretas
Exercícios Lei 11.091/2005 | JUVENICIO SANTOS
Em relação a estruturação do Plano de Carreira dos Cargos Técnicos Administrativos em Educação, no âmbito das Instituições Federais de Ensino vinculadas ao Ministério da Educação, disposta na Lei 11.091, analise as afirmativas a seguir:
I – O desenvolvimento do servidor na carreira dar-se-á, exclusivamente, pela mudança de nível de capacitação, chamada Progressão por Mérito Profissional.
II - Planejar e avaliar as atividades são atribuições exclusivas para os cargos de nível de classificação “D” e “E” que integram o plano de carreira, enquanto organizar e executar as atividades são atribuições dos cargos de nível “A”, “B” e “C”.
III - O ingresso nos cargos do Plano de Carreira far-se-á no padrão inicial do 1o (primeiro) nível de capacitação do respectivo nível de classificação, mediante concurso público de provas ou de provas e títulos, observadas a escolaridade e experiência estabelecidas em Lei.
IV - Os servidores lotados nas Instituições Federais de Ensino integrantes do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação farão jus à Vantagem Pecuniária Individual – VPI.
V- O Incentivo à Qualificação terá por base percentual calculado sobre o padrão de vencimento percebido pelo servidor.
A)I e III.
B) IV e V.
C) I, III e IV.
D) II, III e V.
E) III e V.
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Questão 02
Quanto à estruturação do Plano de Carreira dos
Cargos Técnico-Administrativos em Educação, no âmbito das Instituições Federais
de Ensino vinculadas ao Ministério da Educação, conforme previsto na Lei n.º
11.091/2005, seguem as seguintes assertivas:
I. Plano de carreira é considerado como o conjunto
de cargos de mesma hierarquia, classificados a partir do requisito de
escolaridade, nível de responsabilidade, conhecimentos, habilidades
específicas, formação especializada, experiência, risco e esforço físico para o
desempenho de suas atribuições.
II. Nível de classificação é considerado como o
conjunto de princípios, diretrizes e normas que regulam o desenvolvimento
profissional dos servidores titulares de cargos que integram determinada
carreira, constituindo-se em instrumento de gestão do órgão ou entidade.
III. Cargo é considerado como o conjunto de
atribuições e responsabilidades previstas na estrutura organizacional que são
cometidas a um servidor.
Assinale a alternativa correta:
a Somente a
assertiva I está correta
b Somente a
assertiva II está correta
c Somente a
assertiva III está correta
d Todas as
assertivas estão corretas
e Todas as
assertivas estão incorretas
Questão 03
Quanto à estruturação do
Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, no âmbito das
Instituições Federais de Ensino vinculadas ao Ministério da Educação, conforme
previsto na Lei n.º 11.091/2005, seguem as seguintes afirmativas:
I. A gestão dos cargos do
Plano de Carreira observará o princípio e diretriz da investidura em cada cargo
condicionada à aprovação em concurso público e à qualidade do processo de
trabalho.
II. Considera-se como
plano de carreira o conjunto de princípios, diretrizes e normas que regulam o
desenvolvimento profissional dos servidores titulares de cargos que integram
determinada carreira, constituindo-se em instrumento de gestão do órgão ou entidade.
O Plano de Carreira está estruturado em 5 (cinco) níveis de classificação, com
4 (quatro) níveis de capacitação cada.
III. A liberação do
servidor para a realização de cursos de Mestrado e Doutorado está condicionada
ao resultado favorável na avaliação de desempenho.
Assinale a alternativa
correta:
a) Somente as afirmativas I e II estão
corretas
b) Somente as afirmativas I e III estão
corretas
c) Somente a afirmativa II está correta
d) Somente as afirmativas II e III estão
corretas
e) Todas as afirmativas estão corretas
sexta-feira, 23 de setembro de 2016
MEC esclarece que não haverá corte de nenhuma disciplina
Não
haverá corte de nenhuma disciplina na proposta que o presidente da República,
Michel Temer, e o ministro da Educação, Mendonça Filho, anunciaram na tarde
desta quinta-feira, 22, para o Novo Ensino Médio, a maior mudança na educação
nos últimos 20 anos, desde a Lei de Diretrizes e Base da Educação. A carga
horária continuará sendo de 2.400 horas, sendo o limite máximo de 1.200 horas
para a Base Nacional Curricular Comum (BNCC). As demais 1.200 horas serão
voltadas para o currículo flexível.
“Não
está decretado o fim de nenhum conteúdo, de nenhuma disciplina. Do que a Base
Nacional definir, todas elas serão obrigatórias na parte da Base Nacional
Comum: artes, educação física, português, matemática, física, química. A Base
Nacional Comum será obrigatória a todos. A diferença é que quando você faz as
ênfases, você pode colocar somente os alunos que tenham interesse em seguir
naquela área. Vamos inclusive privilegiar professores e alunos com a opção do
aprofundamento”, explicou o secretário de Educação Básica do Ministério da
Educação, Rossieli Soares, também presente ao evento.
O
Novo Ensino Médio trata da oferta de uma alternativa de formação média de nível
técnico e profissional. Nessa proposta, essa formação deverá ocorrer dentro
do programa escolar regular, que hoje só é
possível nas escolas de tempo integral. Com isso, será possível que os jovens
continuem desenvolvendo as competências gerais que fazem parte da base comum e
possam se dedicar a atividades de cunho mais prático e aplicado, desenvolvendo
competências específicas em áreas profissionais, capacitando-os para o trabalho
qualificado, sem impedir que eles possam continuar estudando em nível superior,
em cursos tecnológicos e superiores, em uma etapa seguinte.
O
requisito básico mais importante, além da parte comum da Base Nacional
Curricular, é a exigência de um componente prático, na forma de atividades
supervisionadas realizadas no setor produtivo ou em ambientes de simulação.
fonte:
http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=39581
quinta-feira, 22 de setembro de 2016
Senadores querem modernização das escolas públicas com oferta de internet
O senador Cristovam Buarque (PPS-DF) fez um
alerta diante do anúncio do governo Temer de que vai reformar o ensino médio.
Para ele, não basta mudar os currículos se não houver modernização da
infraestrutura das escolas, com a oferta de computadores conectados a internet
banda larga para uso dos alunos. A senadora Ana Amélia (PP-RS) concorda. Ela
sustenta que os recursos digitais são grandes aliados do aprendizado. O PLS
280/2015, apresentado por alunos que participaram do
programa Jovem Senador do ano passado, propõe que escolas públicas e privadas
ofereçam internet para os ensinos fundamental e médio. A reportagem é de
Maurício de Santi, da Rádio
Senado.
fonte: senado federal http://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2016/09/senadores-querem-modernizacao-das-escolas-publicas-com-oferta-de-internet
terça-feira, 6 de setembro de 2016
MEC libera R$ 139 milhões para educação básica e ministro garante a continuidade de obras
O ministro da Educação, Mendonça Filho, anunciou nesta
segunda-feira, 5, em Natal, a liberação de R$ 139,8 milhões para a educação
básica. São R$ 110 milhões para execução de obras do Programa de Aceleração do
Crescimento (PAC–Educação), em 26 unidades da Federação. Os outros R$ 29,8
milhões destinam-se a custeio de obras vinculadas ao Plano de Ações Articuladas
(PAR). O anúncio foi feito na sede da Escola de Governo Dom Eugênio de Araújo
Sales, durante a abertura do projeto FNDE Soluções Locais.
“A lógica de obras serem iniciadas e paralisadas por falta
de recursos não mais existirá”, garantiu o ministro. “Vamos fazer o devido e
necessário planejamento para atender as demandas de investimento das
universidades federais.” Ele lembrou que os compromissos assumidos pelo MEC têm
sido honrados. “Só depois de concluir essa etapa daremos início a novas obras.”
Mendonça Filho ressaltou que tem usado critérios técnicos na
escolha dos municípios beneficiados, com prioridade para obras em andamento,
principalmente aquelas que estão próximas do término, para ter a conclusão
garantida.
O FNDE Soluções Locais é uma ação promovida pelo Ministério
da Educação, por intermédio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação
(FNDE), com o objetivo de ir aos estados para prestar atendimento institucional
individualizado a gestores educacionais, capacitá-los e resolver possíveis
pendências quanto à execução dos diversos programas do FNDE na região. Criado
em 2015, o FNDE Soluções Locais já prestou mais de 8 mil atendimentos em 27
unidades federativas.
Desde que a atual gestão assumiu o MEC, em maio, já foram
liberados mais de R$ 1,8 bilhão em recursos para a educação básica. Ao todo, o
MEC, na gestão de Mendonça Filho, já liberou mais de R$ 5 bilhões, incluídos
repasses para o PAC destinados à execução de programas e ações da educação
básica, da educação superior e da educação tecnológica, além de avaliações,
convênios e despesas administrativas.
O ministro também lembrou que foi incluída no orçamento de
2017, que deve ser votado neste ano no Congresso Nacional, uma previsão de
reajuste dos valores para a merenda escolar e transporte escolar. A definição
do valor deve ser feita no início do próximo ano, após estudos. “A alimentação
escolar é política pública básica”, observou o ministro. “E desde 2009 não há
reajuste no repasse para estados e municípios.”
Mendonça Filho assinou ainda a liberação de R$ 3,5 milhões
para melhorias nas instalações da Maternidade-Escola Januário Cícero, da
Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Do total, R$ 1,19 milhão
serão destinados à aquisição de mobiliário, reforma e ampliação da unidade de
parto humanizado. Outros R$ 2,33 milhões serão usados em despesas de custeio.
“Os recursos para a maternidade são voltados para a melhoria
das condições de trabalho e infraestrutura hospitalar, para melhor atendimento
à população e formação dos profissionais de saúde que estudam na UFRN”, disse o
ministro.
Ceará — Na manhã da segunda-feira, 5, o ministro participou da
inauguração da sede da Escola Estadual de Educação Profissional Adriano Nobre,
na cidade de Itapajé, no interior do Ceará. Durante o evento, Mendonça Filho
anunciou a liberação de R$ 15,6 milhões para a educação básica no estado. “Isso
demonstra claramente a nossa disposição em investir cada vez mais na educação
básica”, salientou o ministro.
Instituição mais bem colocada entre as escolas públicas do
Ceará, a escola Adriano Nobre obteve média de 574,01 e ficou entre as 20
escolas mais bem posicionadas no ranking nacional das notas por escola da
edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em 2014, segundo levantamento
feito pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).
fonte: Assessoria de
Comunicação Social. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=38971
COM 12 MIL CASOS AO ANO, BRASIL PODE TER SEMANA PARA DISCUTIR SUICÍDIO
O senador Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) apresentou, na
Comissão de Assuntos Sociais (CAS), projeto (PLS 260/2016) que
institui a Semana Nacional de Valorização da Vida no Brasil, a ser realizada
anualmente na semana que compreender o 10 de setembro — Dia Mundial de
Prevenção ao Suicídio. A matéria aguarda indicação de um relator.
A finalidade do projeto é promover o
debate, a reflexão e a conscientização sobre essa temática na sociedade,
objetivando dignificar a vida no Brasil, em reação ao aumento do número de
suicídios. Os órgãos públicos responsáveis
pela coordenação e implementação de políticas ligadas à prevenção do suicídio
ficam incumbidos de realizar e divulgar eventos que promovam o debate, a
reflexão e a conscientização sobre o tema.
Segundo a Organização Mundial de Saúde
(OMS), mais de 800 mil suicídios foram registrados em 2015 em todo o mundo, dos
quais 75% em países de média e baixa renda.
O Brasil ocupa a 8ª posição no ranking de
países com maior incidência de suicídios, ultrapassando o número de 12 mil
casos por ano.
"O tabu sobre o tema do suicídio é um
dos principais obstáculos no combate desse grave problema. No entanto, por meio
de uma abordagem abrangente e com uma estratégia nacional de prevenção, é
possível enfrentá-lo e conquistar resultados positivos de diminuição no número
de casos", argumenta o senador Garibaldi na justificativa para a
apresentação de sua proposta.
CDH
Em novembro do ano passado, por iniciativa de Hélio José
(PMDB-DF), a Comissão de Direitos Humanos (CDH) realizou uma audiência pública
com especialistas e autoridades, quando foram discutidas estratégias
e políticas visando prevenir casos de suicídio em nosso país.
Na ocasião, o suicídio foi definido como
uma "epidemia silenciosa" no Brasil, e com uma preocupante tendência
de crescimento entre jovens e adolescentes.
Nos últimos 10 anos, a taxa de suicídio
cresceu mais de 40% entre brasileiros de 15 a 29 anos.
Os médicos e psicólogos participantes
lembraram que há diversas oportunidades para salvar a vida de quem pensa em se
matar e explicaram que é importante falar sobre o assunto, dando voz a quem
sofre.
Professor de Psicologia na Universidade de
Brasília (UnB), Marcelo Tavares argumentou que as campanhas educativas e ações
de prevenção são realmente eficientes e defendeu que o suicídio deve ser
tratado como um problema de saúde pública, com políticas e programas
específicos.
— Nossos desafios são grandes. O contexto
da prevenção do suicídio é muito mais amplo, requer que a gente pense em nossos
adolescentes, em nossos idosos, nas profissões de risco e nas pessoas que
possam ter experiências agudas de sofrimento — frisou Tavares na ocasião.
No Brasil, o Centro de Valorização da Vida
(CVV) trabalha há 53 anos na prevenção ao suicídio. A entidade atende 24 horas
por dia no telefone 141, por e-mail ou bate-papo na internet, no endereço www.cvv.org.br.
fonte: Agência
Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado) Disponível em: http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2016/09/05/com-12-mil-casos-ao-ano-brasil-pode-ter-semana-para-discutir-suicidio
Criação da Política Nacional de Leitura e Escrita será analisada por comissão
Projeto que incentiva a leitura, a escrita, a literatura e as bibliotecas de acesso público está pronto para votação na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). O Projeto de Lei do Senado (PLS) 212/2016, da senadora Fátima Bezerra (PT-RN), institui a Política Nacional de Leitura e Escrita (PNLE).
— A leitura, a escrita e a literatura são
elementos indissociáveis e fundamentais para o desenvolvimento humano. Por meio
delas, homens e mulheres são capazes de criar uma nação que compreende seus
desafios e buscar soluções para a construção de um país justo, sustentável e
democrático — argumenta a senadora.
Entre os objetivos do projeto, estão os de
promover a literatura e fomentar os processos de criação, formação, pesquisa,
difusão e troca de conhecimento literário e acadêmico em território nacional e
no exterior, para autores e escritores, por meio de prêmios, intercâmbios e
bolsas. E incentivar a criação e implantação de planos estaduais e municipais
do livro e da leitura, em fortalecimento ao Sistema Nacional de Cultura.
Para o alcance dos objetivos da Política
Nacional de Leitura e Escrita, a senadora sugere a elaboração do Plano Nacional
do Livro e Leitura (PNLL), que estabelecerá metas e ações, nos termos do
regulamento da PNLE. Esse plano deverá viabilizar a inclusão de pessoas com
deficiência, observadas as condições de acessibilidade e o disposto nos
acordos, convenções e tratados internacionais que busquem facilitar o acesso a
obras literárias.
O relator da proposta na CE, senador Paulo
Paim (PT-RS) afirma, em seu relatório pela aprovação, que considerando o
passado recente do país, anterior à universalização do acesso ao ensino
fundamental, é indispensável à existência de mecanismos complementares às
políticas educacionais propriamente ditas.
— Ações voltadas para a ampliação da
oferta de livros, instalação de bibliotecas e centros culturais correlatos,
entre outras medidas, são essenciais para que os benefícios da leitura sejam
consolidados — afirmou.
Paim propôs, no entanto, emenda alterando
as datas previstas no projeto, relativas ao Plano Nacional do Livro e Leitura.
Ele sugere que o plano seja elaborado nos primeiros seis meses do mandato do
chefe do Poder Executivo, e não até o final do primeiro ano do mandato, como no
texto de Fátima Bezerra. A duração do plano, segundo o relator, deverá ser de
10 anos, enquanto no projeto original prevê-se quatro anos.
Prêmio
No PLS 212/2016, a senadora Fátima Bezerra
também sugere a criação do Prêmio Vivaleitura, que seria concedido no âmbito da
Política Nacional de Leitura, para valorizar e reconhecer as melhores
experiências que promovam o livro, a leitura, a escrita, a literatura e as
bibliotecas. O ato seria em conjunto do Ministério da Cultura e do Ministério
da Educação.
fonte: Agência
Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
USP abre inscrições para cursos gratuitos de línguas estrangeiras
A USP (Universidade de
São Paulo) está
com inscrições abertas para diversos minicursos de línguas estrangeiras,
ministrados por alunos-estagiários da Faculdade Créditos: iStock/Qvasimodo
de Educação. Os interessados poderão aprender gratuitamente
idiomas como alemão, árabe,
chinês, espanhol, francês, inglês, grego e italiano.
Todos os cursos são abertos à
comunidade interna (alunos, funcionários e docentes da USP) e à comunidade
externa (interessados em geral), sendo oferecidos de forma presencial no campus
da USP.
As inscrições devem
ser realizadas até o dia 9 de setembro, por meio deste link. Lá, você pode conferir os horários das
turmas e dias de aulas. No dia 8 de setembro as inscrições
poderão ser realizadas presencialmente, na Faculdade de Educação, bloco B, ala
B, LIET, das 9h às 11h e das 13h às 16h.
Em 12 de setembro acontecem os sorteios e no dia 13 serão
divulgados os resultados pela internet e em listas impressas, a serem
colocadas no saguão do Bloco B da FE. As aulas começam no dia 19
de setembro. Confira aqui o
edital para mais informações.
via - catraca livre https://catracalivre.com.br/brasil/
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